janeiro 30, 2013


«Igualmente interessados [os filósofos racionalistas] em respeitar a razão e em basear nela a autoridade da fé, do mesmo modo que a ordem política, os pensadores deste período [século XVII] atingem, por isso mesmo, o mais alto grau de sinceridade religiosa e de profundeza moral.

A riqueza de inteligência dos grandes filósofos modernos [Descartes, Espinosa, Leibniz], autênticos clássicos da meditação metafísica, é o mais belo fruto desse esforço renovado, dessa visão penetrante que a sinceridade, o rigor e a solidez moral do sábio proporcionaram à consciência ocidental.»

Pierre Ducassé (1905-1983), As Grandes Correntes da Filosofia, («Les Grandes Philosophies», 1972)Trad. Álvaro Salema, Lisboa, Public. Europa-América, Colecção Saber nº 10, n.31, p.60

2 comentários:

Ambrósio Chevalier disse...
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vbm disse...
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