No seu íntimo, o mito é a representação simbólica da história da alma, a sua descida ao mundo material, os sofrimentos nas trevas do esquecimento, depois a sua reascensão e regresso à vida divina: o drama da queda e redenção na forma helénica.
Não sei se conheces este mito de Perséfona e Hades; eu conheci-o num artigo de jornal relativo a todos os signos do Zodíaco; não sei se terei ainda o nome do redactor, julgo quie sim. Se não conheces a estória, eu vou (re)editá-la toda aqui; depois diz-me se gostaste.
Esta celebração do solstício de Inverno era muito importante na Hélade, e a Igreja utilizou essa festividade de todo o Império Romano para passar a comemorar a natividade de Jesus Cristo, assim inserida num costume religioso já secular! :) O mito é encantador.
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Não sei se conheces este mito de Perséfona e Hades; eu conheci-o num artigo de jornal relativo a todos os signos do Zodíaco; não sei se terei ainda o nome do redactor, julgo quie sim. Se não conheces a estória, eu vou (re)editá-la toda aqui; depois diz-me se gostaste.
Esta celebração do solstício de Inverno era muito importante na Hélade, e a Igreja utilizou essa festividade de todo o Império Romano para passar a comemorar a natividade de Jesus Cristo, assim inserida num costume religioso já secular! :) O mito é encantador.
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