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novembro 06, 2014

junho 12, 2014

 
Quem conhece?

junho 03, 2013

Há uma história de amor,
também contada na Bíblia
e no cinema, que desde menino,
sempre achei empolgante:

Sansão e Dalila,
de Cecil B. de Mille,
com Victor Mature
e a formosíssima
Heddy Lamarr!



Há dias, encontrei uma referência
a este filme em Frederico Lourenço
que tanto admirei na juventude:

«Eu estava bastante habituado a ouvir música clássica.

E conhecia bem a história de Sansão e Dalila, pois uma experiência
cinematográfica inesquecível da minha infância inglesa foi ver,
na televisão, o famoso filme com Hedy Lamarr e Victor Mature.

Além de que o próprio facto de ter tido uma infância inglesa
dava-me uma solidez de conhecimentos respeitantes
ao Antigo Testamento que a catequese portuguesa
dos meus colegas não lhes proporcionara.»

Frederico Lourenço, Amar não acaba,
Lisboa, Cotovia, 2004, p.41


abril 15, 2013

«É a Eisenstein [ ] que devemos os primeiros tratados magistrais sobre a forma e a significação no cinema nos quais demonstra a importância da montagem na produção cinematográfica e, consequentemente, em qualquer produção significante. O cinema não copia de um modo «objectivo», naturalista ou contínuo uma realidade que lhe é proposta: corta sequências, isola planos, e recombina-os através de nova montagem. O cinema não reproduz coisas: manipula-as, organiza-as, estrutura-as. E só na nova estrutura obtida pela montagem dos elementos é que estes ganham um sentido. Este princípio de montagem, ou melhor da junção de elementos isolados, semelhantes ou contraditórios, e cujo choque provoca uma significação que eles não têm em si mesmos, foi Eisenstein encontrá-lo na escrita hieroglífica. [ ] Segundo ele, o filme deve ser um texto hieroglífico em que cada elemento isolado só tem sentido na combinatória contextual e em função do seu lugar na estrutura.»  


Julia Kristeva, História da Linguagem,
(«Le langage, cet inconnu», 1969),
Lisboa, Edições 70, 1988,
pp.360-61

fevereiro 06, 2013

abril 03, 2012

Hedy Lamarr, Inventor of Radio Controlled Torpedo

Born in Austria as Hedwig Eva Maria Kiesler,
Hedy Lamarr was an A list actress in the 1930s and
40s, and was billed as the most beautiful woman in the world.


She and a co-inventor also concieved of a way to control torpedoes by a constantly changing radio frequency so that it could not be jammed. The shortcoming of radio controlled torpedoes was that the control signal could be jammed on any particular frequency. Ms. Larmar and her partner thought of the way to get around a jamming signal, by having the controller and the receiver in the torpedo change frequency in unison and continually, so the signal could not be jammed. The controller and the receiver on the torpedo would change frequency at predetermined times, to predetermined frequencies so that a jamming signal could not follow the sequence. The exact configuration of coordinating the frequency changes that Lamarr came up with was not used, but the idea of frequency changing is used in many technologies today.

Origem do texto e da imagem:

março 27, 2012


«Esse est percipere et percipi»

março 26, 2012

setembro 17, 2011



Mais um filme de Woody Allen,
mágico, divertido, belo e
com algumas verdades :)

janeiro 09, 2011

novembro 15, 2010

setembro 15, 2010



Fidelidade magistral
de Claude Charbol
ao enredo Bovary
de Flaubert.

setembro 14, 2010

setembro 13, 2010

setembro 12, 2010

setembro 11, 2010