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outubro 25, 2011



«O trabalho anual de uma nação é o fundo de que provêm originariamente todos os bens necessários à vida e ao conforto que a nação anualmente consome, e que consistem sempre ou em produtos imediatos desse trabalho, ou em bens adquiridos às outras nações em troca deles.

Portanto, consoante esta produção, ou aquilo que é adquirido mediante ela, se apresente em maior ou menor proporção relativamente ao número daqueles que vão consumi-la, a nação estará melhor ou pior fornecida de todos aqueles bens necessários à vida e ao conforto que estaria em condições de consumir.

Mas esta proporção deve, em todas as nações, ser regulada por duas circunstâncias diferentes: em primeiro lugar, pela perícia, destreza e bom senso com que o seu trabalho é geralmente executado; e em segundo lugar, pela proporção entre o número dos que estão empregados em trabalho útil e o daqueles que o não estão. Sejam quais forem o solo, o clima e a extensão do território de uma nação, a abundância ou escassez do seu suprimento anual dependerão sempre, em cada caso particular, destas duas condições.»

op.cit., pp.69-70

junho 07, 2007



«A certeza de poder trocar todo o excedente daquilo
que produz com o seu próprio trabalho e que vai além
do seu próprio consumo pelas coisas de que necessita,
produzidas pelo trabalho de outros homens, leva cada
homem a aplicar-se numa determinada actividade e
a cultivar e aperfeiçoar aquele talento ou génio
que lhe seja dado possuir para essa actividade
particular» (A riqueza das nações, p. 96)

maio 06, 2007



«Não é da bondade do homem do talho, do cervejeiro
ou do padeiro que podemos esperar o nosso jantar,
mas da consideração em que eles têm
o seu próprio interesse.»


Adam Smith, A riqueza das nações