
«para que todos os seus povos e grandes
da corte vissem a sua beleza, porque
era em extremo formosa»
Bíblia Sagrada, Antigo Trestamento, vol. II,
Versão segundo os textos originais, pelo
Padre Matos Soares, Tipografia Alberto de Oliveira, Lda.,
Imprimatur Portucale, die 7 Octubris 1955,
Antonius, Ep. Portucalensis















«Toda a aquisição de saber autêntico significa um alargamento do nosso Eu. ( )
Na contemplação, [ ] de onde nós partimos é do Não-Eu, e
é por intermédio da grandeza deste que se logra ampliar os confins do Eu;
( ) O conhecer, em suma, é uma forma da união do Não-Eu e do Eu;
( ) O livre intelecto deverá enxergar assim como Deus poderia ver: -
sem aqui, nem agora; sem esperança e sem medo;
isento das crenças costumeiras e dos preconceitos tradicionais
(...)
O espírito que se habituou, na contemplação filosófica, a ser livre e equânime,
algo trará dessa imparcialidade livre para o mundo da acção e da emoção.
A contemplação amplifica por esta forma,
além dos objectos do pensamento,
também os objectos da nossa acção,
e outrossim os objectos do nosso afecto;
de nós faz ela cidadãos do universo,
e não somente de uma cidade murada,
em estado de guerra com tudo o mais. »
Bertrand Russell, Os problemas da filosofia










