março 16, 2012


«Desde aquele tempo, estes dias foram
chamados Purim, isto é, das sortes»

março 15, 2012

Livro de Ester, 9, 20-25

Mardoqueu escreveu todas estas coisas, e, resumindo-as numa carta, mandou-a aos Judeus que habitavam em todas as províncias do rei, tanto nas mais próximas, como nas mais remotas, a fim de que o dia catorze e o dia quinze do mês de Adar fossem para eles dias de festa, celebrados, todos os anos, com honras solenes, porque nestes dias se vingaram os Judeus dos seus inimigos, e o seu luto e tristeza converteram-se em festa e alegria. [ ] (9, 20—22)

Os Judeus admitiram entre os seus ritos solenes tudo o que começaram a fazer naquele tempo, e que Mardoqueu na sua carta lhes ordenou que fizessem. Com efeito, Aman, filho de Amadati, da linhagem de Agag, inimigo e adversário dos Judeus, formara contra eles o mau projecto de os matar e de os extinguir, e lançara sobre isto o Pur, que significa sorte. (9, 23—24)

Porém, tendo-se apresentado Ester ao rei, este ordenou, por escrito, que caisse sobre a cabeça do seu autor, o projecto perverso que Aman formara contra os Judeus, e que ele (Aman) e seus filhos fossem crucificados. (9, 25)

Bíblia Sagrada, Antigo Trestamento, vol. II,
Versão segundo os textos originais, pelo
Padre Matos Soares, Tipografia Alberto de Oliveira, Lda.,
Imprimatur Portucale, die 7 Octubris 1955,
Antonius, Ep. Portucalensis

«Mardoqueu escreveu todas estas coisas, e,
resumindo-as numa carta, mandou-a aos Judeus»

março 14, 2012

Livro de Ester, 9, 16-19

Da mesma sorte por todas as províncias que estavam sujeitas ao império do rei, puseram-se os Judeus em defesa das suas vidas, matando os seus inimigos e perseguidores, em tão grande número que chegaram os mortos a setenta e cinco mil homens. Todavia nenhum (judeu) pôs a mão em coisa alguma dos seus bens. (9, 16)

No dia treze do mês de Adar começou a matança em toda a parte, e cessou no dia catorze. Ordenaram que este dia fosse solene, e que se celebrasse por todos os séculos seguintes com banquetes, regozijos e festins. Os que tinham executado a mortandade na cidade de Susa, empregaram nela os dias treze e catorze do mesmo mês; cessaram de matar no dia quinze. Por esta razão estabeleceram que se solenizasse o mesmo dia com banquetes e regozijos. (9, 17—18)

Os Judeus, porém, que habitavam nas cidades sem muros, e nas aldeias, destinaram o dia catorze do mês de Adar para os banquetes e regozijos, de modo que neste dia fazem grandes divertimentos e mandam uns aos outros alguma coisa dos seus banquetes e iguarias. (9, 19)

Bíblia Sagrada, Antigo Trestamento, vol. II,
Versão segundo os textos originais, pelo
Padre Matos Soares, Tipografia Alberto de Oliveira, Lda.,
Imprimatur Portucale, die 7 Octubris 1955,
Antonius, Ep. Portucalensis

«No dia treze do mês de Adar começou a matança
em toda a parte, e cessou no dia catorze.»


Nota:- O quadro do pintor huguenote François Dubois
do séc. XVI d.C. retrata o massacre da noite de São Bartolomeu
de 1572, quando católicos franceses mataram protestantes
huguenotes em Paris, e não a matança dos partidários
de Haman, na Pérsia do séc.VI a.C.

março 13, 2012

Livro de Ester, 9, 11-15

Foi logo referido ao rei o número dos que tinham sido mortos em Susa. Ele disse à rainha: Na cidade de Susa mataram os Judeus quinhentos mortos, afora os dez filhos de Aman; quão grande cuidas tu que seja a mortandade que eles terão feito em todas as províncias? Que mais pedes, que queres tu que eu mande que se faça? (9, 11—12)

Ela respondeu-lhe: Se assim apraz ao rei, seja dado poder aos Judeus de fazerem ainda amanhã em Susa, o que fizeram hoje, e os dez filhos de Aman sejam pendurados em patíbulos. O rei ordenou que assim fosse feito, e lgo foi afixado em Susa o edito, e os dez filhos de Aman foram pendurados. Reunidos os Judeus no dia catorze do mês de Adar, foram mortos tresentos homens em Susa; porém não saquearam os seus bens. (9, 13—15)


Bíblia Sagrada, Antigo Trestamento, vol. II,
Versão segundo os textos originais, pelo
Padre Matos Soares, Tipografia Alberto de Oliveira, Lda.,
Imprimatur Portucale, die 7 Octubris 1955,
Antonius, Ep. Portucalensis

«Ela respondeu-lhe: Se assim apraz ao rei,
seja dado poder aos Judeus…»

março 12, 2012

Livro de Ester, 9, 1;5-10

No dia treze do duodécimo mês, que, [ ], se chama Adar, quando estava destinada a matança de todos os Judeus e quando os seus inimigos estavam ansiosos do seu sangue, os Judeus, pelo contrário, começaram a ser mais fortes e a vingar-se dos seus aversários. (9, 1)


Fizeram, pois, os Judeus um grande estrago nos seus inimigos, mataram-nos, infligindo-lhes o mal que lhes apeteceu. Em Susa mataram quinhentos homens sem contar os dez filhos de Aman Agagita, inimigo dos Judeus [ ]. Tendo-os matado, não quiseram os Judeus tocar no despojo de seus bens. (9, 5—10)



Bíblia Sagrada, Antigo Trestamento, vol. II,
Versão segundo os textos originais, pelo
Padre Matos Soares, Tipografia Alberto de Oliveira, Lda.,
Imprimatur Portucale, die 7 Octubris 1955,
Antonius, Ep. Portucalensis

«No dia treze do duodécimo mês,
que, [ ], se chama Adar»

março 11, 2012

Livro de Ester, 8, 15-17

Mardoqueu, saindo do palácio e da presença do rei, resplandecia com vestes reais, azuis e brancas, levando uma coroa de ouro na cabeça, e cobrindo-se com um manto de seda e de púrpura. Toda a cidade se encheu de festa e de alegria. (8, 15)

Aos Judeus parecia ter-lhes nascido uma nova luz, alegria, honra e júbilo. Em todos os povos, cidades e províncias, onde chegaram as ordens do rei, havia, entre os Judeus, uma alegria extraordinária, banquetes e festas, de tal sorte que muitos, dos outros povos e seitas, abraçavam a sua religião e as suas cerimónias, porque o nome do povo judaico tinha enchido todos de grande terror. (8, 16—17)


Bíblia Sagrada, Antigo Trestamento, vol. II,
Versão segundo os textos originais, pelo
Padre Matos Soares, Tipografia Alberto de Oliveira, Lda.,
Imprimatur Portucale, die 7 Octubris 1955,
Antonius, Ep. Portucalensis

Pieter Lastman, Triumph of Mordecai (1624)
«Mardoqueu, saindo do palácio e da presença do rei,
resplandecia com vestes reais...»

março 04, 2012

Vou estar fora uma semana!

Livro de Ester, 8, 9-14

Chamados os secretários e escrivães do rei [ ] foram escritas as cartas [ ] e dirigidas aos Judeus, aos príncipes, aos governadores e chefes, que presidiam a cento e vinte e sete províncias do reino, desde a Índia até à Etiópia, a cada província segundo (os caracteres da) sua escrita, a cada povo em sua própria língua, e aos Judeus, em sua língua e em seus caracteres. Estas cartas, que eram enviadas em nome do rei, foram seladas com o seu anel, e levadas pelos seus correios, os quais, percorrendo com diligência todas as províncias, evitaram por meio destas novas ordens (o efeito) das primeiras cartas. (8, 9—10)

O rei mandou-lhes também que em cada cidade buscassem os Judeus, e lhes ordenassem que se unissem todos, para defenderem as suas vidas e para matarem os seus inimigos [ ]. Foi estabelecido por todas as províncias um (mesmo) dia de vingança [ ]. Uma cópia do edito, que deveria ser promulgado como lei em cada província, foi enviada aberta a todos os povos, a fim de que os Judeus, nesse dia, estivessem prontos a vingar-se dos seus inimigos. Os correios partiram imediatamente, levando os avisos, e o edito do rei foi afixado em Susa. (8, 11—14)


Bíblia Sagrada, Antigo Trestamento, vol. II,
Versão segundo os textos originais, pelo
Padre Matos Soares, Tipografia Alberto de Oliveira, Lda.,
Imprimatur Portucale, die 7 Octubris 1955,
Antonius, Ep. Portucalensis

«... a cento e vinte e sete províncias do reino, desde a Índia
até à Etiópia, a cada província segundo (os caracteres da)
sua escrita, a cada povo em sua própria língua»

março 03, 2012

Livro de Ester, 8, 3-8

Não contente com isto, ela lançou-se aos pés do rei, e com lágrimas suplicou-lhe que frustrasse o mau desígnio de Aman, filho de Agag, as iníquas maquinações, que tinha urdido contra os Judeus. O rei, segundo o costume, estendeu para ela com a sua mão o ceptro de ouro, o que era sinal de clemência; levantando-se ela, pôs-se em pé diante do rei (8, 3—4)


e disse: Se assim apraz ao rei, se encontrei graça aos seus olhos e não lhe parece ser injusto o meu pedido, suplico que, com novas cartas, sejam revogadas as primeiras de Aman, perseguidor e inimigo dos Judeus, com as quais mandava que fossem estes exterminados em todas as províncias do rei. Pois, como poderei eu suportar a matança, o extermínio do meu povo? (8, 5—6)

O rei Assuero respondeu à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: Eu doei a Ester a casa de Aman, e a ele mandei-o crucificar, porque se atreveu a estender a sua mão contra os Judeus. Escrevei, portanto, aos Judeus em nome do rei, como bem vos parecer, e selai as cartas com o meu anel, porque, segundo o costume, as cartas enviadas em nome do rei e seladas com o seu anel são irrevogáveis. (8, 7—8)

Bíblia Sagrada, Antigo Trestamento, vol. II,
Versão segundo os textos originais, pelo
Padre Matos Soares, Tipografia Alberto de Oliveira, Lda.,
Imprimatur Portucale, die 7 Octubris 1955,
Antonius, Ep. Portucalensis

Pompeo Batoni, Esther Before Ahasuerus(1738-40)
«O rei [ ] estendeu para ela com a sua mão o ceptro
de ouro, o que era sinal de clemência»

março 02, 2012

Livro de Ester, 8, 1—2

No mesmo dia doou o rei Assuero à rainha Ester a casa de Aman, inimigo dos Judeus, e Mardoqueu foi apresentado ao rei, porque Ester lhe tinha confessado que ele era seu tio paterno. O rei tomou o anel que tinha mandado tirar a Aman, e deu-o a Mardoqueu. Ester estabeleceu Mardoqueu sobre a casa de Aman. (8, 1—2)


Bíblia Sagrada, Antigo Trestamento, vol. II,
Versão segundo os textos originais, pelo
Padre Matos Soares, Tipografia Alberto de Oliveira, Lda.,
Imprimatur Portucale, die 7 Octubris 1955,
Antonius, Ep. Portucalensis

«No mesmo dia doou o rei Assuero à rainha
Ester a casa de Aman»

março 01, 2012

Livro de Ester, 7, 9—10

Harbona, um dos eunucos que estavam ao serviço ordinário do rei, disse: Sabei (ó rei) que em casa de Aman está levantado um madeiro, que tem cinquenta côvados de altura, o qual ele tinha preparado para Mardoqueu, que falou em defesa do rei. O rei disse-lhe: Pendurai-o nele. Foi, pois, Aman pendurado no patíbulo que ele tinha preparado para Mardoqueu. E a ira do rei aplacou-se. (7, 9—10)

Bíblia Sagrada, Antigo Trestamento, vol. II,
Versão segundo os textos originais, pelo
Padre Matos Soares, Tipografia Alberto de Oliveira, Lda.,
Imprimatur Portucale, die 7 Octubris 1955,
Antonius, Ep. Portucalensis

«O rei disse-lhe: Pendurai-o nele.»