
«… não é o mesmo feixe de trigo que nasce da semente.
É outro, um novo feixe de trigo, o que indica
que a nossa imortalidade está realmente
entre as nossas pernas.
A nossa semente faz realmente um novo homem,
mas ele não é nós. O filho não é o pai.
O pai é enterrado e esse é o seu fim.
O filho é um homem diferente que um dia
fará outro homem e assim sucessivamente,
talvez para sempre; porém,
a consciência individual
termina.»
Gore Vidal, Juliano (1962), trad.
Carlos Leite, P. Dom Quixote,
Lisboa, 1990, p.152









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